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ESC2018

quarta, 05 setembro 2018 13:06
“É um privilégio fazer parte desta grande organização na qualidade de past-president”
“É um privilégio fazer parte desta grande organização na qualidade de past-president”

No final do ESC 2018, o Prof. Doutor Fausto Pinto, past-president da European Society of Cardiology (ESC), faz o balanço dos dois anos que sucederam a sua presidência, focando a evolução do congresso. O membro do ESC Board 2016 – 2018 menciona ainda que a Cardiologia nacional está bem representada na ESC, pois além da visibilidade trazida pela sua posição de presidente no biénio 2014-2016, “existem outros colegas portugueses que participam a vários níveis nas tomadas de decisão dentro da Sociedade”.

“Verdadeiramente espetacular” foram as palavras usadas pelo past-president para caracterizar a evolução da Sociedade, destacando o Congresso da ESC como a face mais visível do trabalho que tem vindo a desenvolver. “Temos perto de 33 mil participantes, o que reforça aquilo que neste momento é o maior evento na área cardiovascular a nível mundial”.

Sobre o evento salienta, por um lado, a participação de cardiologistas oriundos de países fora da Europa, nomeadamente dos continentes asiático, americano e africano; e, por outro, o papel dinamizador da Sociedade, que permite às várias classes profissionais que se juntam “explorar e ter acesso ao que mais de moderno se faz na área cardiovascular”. Este evento médico e científico assume também características que o especialista considera únicas no mundo e que, no seu conjunto, “consolidam o Congresso como o evento da área cardiovascular”.

É ainda realçada a consolidação da presença portuguesa a nível científico: “Voltámos a ficar no top 15 em termos de submissão de abstracts e aceitação dos mesmos, o que considerando a dimensão da nossa Cardiologia é bastante positivo”. A presença da comunidade cardiológica portuguesa na ESC é também “bastante expressiva e significativa”, com destaque para a participação de jovens cardiologistas nas atividades da Sociedade, o que “faz agourar um bom futuro em termos da participação portuguesa neste tipo de atividades”, que é fundamental para a Cardiologia nacional.

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