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Tal como explica a Dr.ª Sílvia Monteiro, cardiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), “o estudo COMPASS incluiu mais de 27 mil doente com doença coronária estável ou doença arterial periférica, em que foram testadas três estratégias distintas para avaliar o benefício na ocorrência de eventos cardiovasculares”, tendo sido “precocemente interrompido, cerca de dois anos antes do prazo previsto para a sua finalização”. Assista ao vídeo da entrevista.
Relativamente aos resultados aferidos pelo COMPASS, a também coordenadora do Grupo de Estudo de Cuidados Intensivos Cardíacos (GECIC) da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) destaca a “redução do risco relativo de AVC na ordem dos 44% e da morte cardiovascular na ordem dos 22%”.
No que diz respeito à segurança, “houve naturalmente um aumento significativo da hemorragia major”. Contudo, a especialista refere que se verificaram taxas muito baixas de hemorragias graves.
Para a especialista, este estudo trará alterações nas próximas guidelines e na prática clínica.

