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A abordagem da insuficiência cardíaca (IC) deve passar, cada vez mais, por um processo centralizado no doente, e o seu envolvimento e co-responsabilização são absolutamente fulcrais, afirma Aurora Andrade, coordenadora da Clínica de Insuficiência Cardíaca da Unidade Local de Saúde (ULS) do Tâmega e Sousa. Em entrevista, conta-nos a história que levou à criação deste centro e perspetiva de que forma pode ser feito o combate aos “números gigantes” associados à IC, salientando “o tratamento não farmacológico como fundamental para o sucesso”.
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