© News Farma 2020
Todos os direitos reservados

O acesso à área reservada do Cardio Talks, bem como a receção das suas newsletters é restrita a profissionais de saúde.

quinta-feira, 23 abril 2020 17:07
Medidas e desafios na gestão da terapêutica anticoagulante em contexto de pandemia
Medidas e desafios na gestão da terapêutica anticoagulante em contexto de pandemia

Numa altura onde se verificam desafios associados à monitorização das terapêuticas crónicas, o Dr. Ricardo Pinto, médico imunohemoterapeuta no Hospital de São Sebastião do Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga, elencou algumas medidas que foram tomadas na sua prática clínica para a gestão da terapêutica anticoagulante, e comentou o respetivo impacto. Veja o vídeo

Referindo-se às medidas adaptadas na sua prática clínica para a gestão da terapêutica anticoagulante, explicou que “uma delas consiste na determinação do valor do rácio normalizado internacional (RNI) através de punção capilar porque o resultado é mais rápido, o que permite que o doente e os profissionais de saúde estejam menos tempo expostos ao risco de infecção”.

Acrescentou ainda que “após a determinação do resultado, é privilegiado o contacto telefónico e por email com o doente, sempre que possível, excepto em situações mais graves. Também foram instituídas mudanças terapêuticas, nomeadamente a substituição dos antagonistas da vitamina K, que obrigava a controlos frequentes, por anticoagulantes orais diretos (ACODs), quando não há contraindicações.”

Sobre o impacto destas medidas, o mais evidente foi “uma redução significativa do número de consultas presenciais, e a disponibilização do espaço físico das consultas e profissionais de saúde para outras atividades”. A mudança de paradigma da terapêutica usada “também teve impacto positivo devido às vantagens dos ACODs em termos de recorrência dos eventos trombóticos e de complicações hemorrágicas associadas”.

Seta Anterior
Artigo Anterior
Seta Anterior
Próximo Artigo