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ESC 2019

terça-feira, 03 setembro 2019 15:03
Impacto da revascularização completa na mortalidade
Impacto da revascularização completa na mortalidade

Com o principal objetivo de investigar se as diferentes definições de revascularização completa têm algum impacto na mortalidade, o Dr. Paulo Oliveira, interno de cirurgia cardíaca do Hospital de Santa Cruz, levou a cabo um trabalho nomeado “Complete surgical revascularization: the impact of the diferent definitions on mortality”. O médico marcou presença no ESC 2019 e partilhou os resultados num póster. Assista ao vídeo da entrevista.

No decorrer da investigação, foram escolhidas as quatro principais definições de revascularização completa – numérica, funcional, anatómica condicional e anatómica incondicional – e foi verificado, de seguida, qual o impacto, não apenas na mortalidade, mas também na morbilidade precoce e necessidade de nova revascularização.

“Em termos de morbilidade precoce não houve impacto das diferentes definições nesta amostra de doentes e o mesmo se verificou com a necessidade de revascularização”, refere o médico. “No entanto, fazer uma revascularização completa funcional e uma revascularização anatómica condicional completa tem impacto na mortalidade, isto é, melhora sobrevida a longo prazo”.

A principal conclusão foi que “a revascularização completa funcional e anatómica condicional tem um impacto prognóstico na mortalidade a longo prazo”.

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