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ESC 2019

quarta-feira, 04 setembro 2019 16:38
“Estamos a progredir, mas queremos ir muito mais longe e há muita coisa a fazer”
“Estamos a progredir, mas queremos ir muito mais longe e há muita coisa a fazer”

O Prof. Doutor Victor Gil esteve presente na sessão especial "Heart Failure — The Big Picture", organizada pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), e no final conversou com o Cardio Talks sobre os dados apresentados relativamente ao panorama nacional na insuficiência cardíaca, em comparação com o resto da Europa. Destaque ainda para aqueles que, na opinião do atual presidente da SPC, foram os pontos altos do ESC 2019. Assista ao vídeo. 

Questionado acerca do panorama da insuficiência cardíaca quando comparado com os restantes países da Europa, o Prof. Doutor Victor Gil refere que, apesar de tudo, “não estamos tão mal”. No entanto, não deixa de alertar para o facto de serem necessárias melhorias, essencialmente, no que diz respeito ao ponto de vista organizativo. Ainda assim, “é agradável ver que, em comparação com a Europa, parece que as mortalidades nos internamentos são menores". "Estamos a progredir, mas queremos ir muito mais longe e há muita coisa a fazer”, refere o presidente da SPC.

Relativamente aos pontos altos da edição de 2019 do ESC, o Prof. Doutor Victor Gil salienta, entre outros, a apresentação das novas guidelines, atribuindo especial destaque às de dislipidemias "com alvo nos doentes de risco, a serem colocados mais em baixo, o que implica novos desafios, maior agressividade no tratamento nesses doentes”. No que respeita a estudos clínicos, o médico refere que “a grande novidade, e que abre realmente novas portas para o futuro, são os resultados extraordinários dos inibidores da SGLT-2, inicialmente entendidos como antidiabéticos e que, afinal, têm resultados extraordinários na insuficiência cardíaca com função sistólica reservada, mesmo nos doentes não diabéticos”.

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