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“Temos agora uma nova e melhorada terapêutica para os doentes com doença crónica cardíaca de alto risco”. A garantia foi dada pelo Prof. Doutor Robert Welsh, da University of Alberta, no Canadá, quando questionado sobre os resultados do estudo COMPASS, no qual se analisaram os efeitos da complementaridade entre o rivaroxabano e ácido acetilsalicílico nos doentes com doença coronária crónica. Assista ao vídeo.
O estudo em causa “testou doentes crónicos que habitualmente são assumidos como estáveis”, mas que se sabe que “a probabilidade de voltarem a sofrer um evento coronário agudo é alta”.
De acordo com o especialista, a combinação entre os dois fármacos – 2,5 mg de rivaroxabano duas vezes/dia + aspirina 100 mg/dia – é “segura e simples” para o doente, que pode ver minimizado o risco de recorrência de eventos coronários, como o acidente vascular cerebral, o ataque cardíaco e, consequentemente, adiar a morte. “Aliás, a mortalidade cardiovascular foi reduzida a um nível elevado”, destacou o Prof. Doutor Robert Welsh por ser algo “que nunca tinha sido visto em nenhum deste tipo de estudos”.
O professor da University of Alberta aproveitou, ainda, para destacar a dificuldade sentida por um clínico para atestar uma nova terapêutica em doentes que se sentem “bem e estabilizados”, exemplificando com o caso dos doentes com doença coronária crónica.
